Entrega Contínua, Testes, Inovação, Agilidade e muito mais no ThoughtWorks Antologia Brasil

ThoughtWorks Antologia BrasilJá pensou em um livro onde você pode aprender com as experiências de várias outras pessoas? Pessoas que passaram por situações parecidas com as suas ou situações completamente diferentes? Essa é a ideia do livro ThoughtWorks Antologia Brasil!

O livro contém um pouco da experiência dos consultores da ThoughtWorks Brasil, que já tem seus 5 anos de existência, e mostra situações desde práticas para Inceptions, projetos Open Source que mudaram o mundo, produtividade em times Ágeis, até Entrega Contínua, técnicas para Testes Automatizados!

Eu tive a felicidade de contribuir para esse livro, junto com outros grandes nomes da comunidade Brasileira, e vou falar um pouco sobre os três capítulos que escrevi lá, pra dar um gostinho do que tem de bom por lá 🙂

Estudo de caso: automação como primeiro passo para entrega contínua

Nesse capítulo eu compartilho uma parte da história de uma das equipes que trabalhei onde existia um processo de deploy 100% manual, onde apenas um grupo de pessoas tinha experiência suficiente para fazer e que sempre precisa ser corrigido em produção.

Com alguns meses de trabalho focado na melhoria do processo, passamos para um processo completamente automatizado, onde apenas um script executava todas as tarefas e ainda era capaz de se recuperar de erros!

Melhore seus testes

Testes automatizados são uma boa parte do nosso trabalho como desenvolvedores. Apesar disso, muitas vezes eles não recebem a atenção que deveriam, o que acaba por tornar doloroso algo que deveria ser o alívio no dia-a-dia da equipe.

Este capítulo é divido em quatro sessões que exploram: boas práticas ao escrever testes; padrões aplicados a testes; o que fazer e como evitar testes instáveis; e por fim os vários níveis de testes e como utilizá-los ao seu favor.

Entendendo e utilizando dublês de teste

Os dublês de testes, ou mocks como são mais conhecidos, são uma ferramenta muito boa para escrever testes nos níveis corretos e melhorar sua eficiência. No entanto eles possuem aspectos únicos que não são bem conhecidos por todos, o que acaba por ferir sua suíte de testes.

Nesse capítulo são descritos em mais detalhes os cinco tipos de dublês mais conhecidos: stub, fake, dummy, mock e spy. Outra discussão feita é sobre como dublês ajudam ao fazer TDD e porque você deveria utilizá-los!

Se interessou pelos assuntos? Tem muito mais no livro, isso aqui é só uma pequena amostra! Se você já leu, comente aqui o que achou. Se não leu ainda, não perde tempo e confere na página da Casa do Código o sumário do livro pra ter um gostinho do que você vai encontrar!

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